Forbes lista os 10 melhores CEOs do Brasil em 2024

Forbes lista os 10 melhores CEOs do Brasil em 2024

Tempo de leitura: 6 minutos
Conheça os homenageados pelo ranking de melhores gestores eleitos pela mais conceituada revista de negócios do mundo.

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Conheça os homenageados pelo ranking de melhores gestores eleitos pela mais conceituada revista de negócios do mundo.

O termo CEO, assim como os chamados C-levels, caiu no vocabulário popular, mas essa expressão nada mais é do que uma contração para “chief executive officer”, ou no português claro: chefe, líder, chefia, gerente, patrão, manda-chuva e por aí vai…

Cada um tem seus próprios critérios para definir o que é um bom líder: pode ser a capacidade de criar negócios lucrativos, como pode estar atrelado a uma gestão humanizada.

De toda forma, a Forbes elaborou um ranking com líderes de relevância no Brasil e eu decidi trazer um pouquinho das histórias desses executivos para inspirar nossa gestão.

1. Alexandre Birman, CEO da Arezzo

A trajetória do diretor começou com o ofício de sapateiro herdado pelo pai, o criador da Arezzo. Mas se você pensa que Alexandre apenas tocou o negócio dessa grande rede que conhecemos, está muito enganado.

Além de designer formado na Itália, Alexandre é o fundador da Schutz e responsável pela fusão com a Arezzo, e além da escalação desses negócios ao nível dessa famosa franquia que já calçou até celebridades de Hollywood.

Mais do que um bom gestor, Alexandre sabe identificar boas oportunidades de negócio e aproveitar as chances para crescer de forma sustentável.

O empresário também é mandante do projeto que trouxe a Vans para o Brasil e por ampliar a Arezzo para o e-commerce, contornando a crise da pandemia.

2. Denísio Liberato, CEO da BB Asset

O líder da gestão financeira do Banco Brasil é o primeiro negro a ocupar liderança na companhia.

E mais do que isso, Liberato busca fazer uma gestão pautada em ecologia, desenvolvimento sustentável e ESG.

Com isso, o gestor que assumiu o cargo no começo deste ano, pretende aumentar a disponibilidade de investimentos em iniciativas com impacto social.

3. Fabiana Alves, CEO do Rabobank

A executiva foi eleita CEO do banco Rabobank após 14 anos galgando seu espaço dentro da instituição, onde começou como gerente de consultoria.

Formada engenheira agrônoma, pós-graduada em administração e com MBA em desenvolvimento organizacional e finanças, Fabiana tem liderado sua área na América do Sul.

E assim, prioriza o compromisso social e com a inovação em sua gestão, visando implementar negócios sustentáveis e alinhar o Rabobank às tendências mundiais de responsabilidade socioambiental.

4. Livia Chanes, CEO da Nubank

Sob a sua gestão desde 2020, o roxinho alcançou 100 milhões de clientes na América Latina, o que seria suficiente para provar sua habilidade como gestora da Fintech.

Mas Livia ainda expandiu a carteira de clientes da Nubank oferecendo serviços para PJ e criando estratégias para atrair o público com renda média e alta.

Tudo isso, com um serviço centrado na experiência do cliente e até hoje sem qualquer agência física.

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5. Marcelo Zimet, CEO do Grupo L’Oréal Brasil

A gestão de Marcelo está centrada na valorização da brasilidade e diversidade do país, trazendo tecnologia para as operações da empresa.

Não por acaso, a marca cosmética inaugurou seu Centro de Inovação na América Latina no Rio de Janeiro sob a gestão do executivo.

Assim, sua liderança é marcada pelo investimento em entender as necessidades locais. Com isso, a L’Oreal estuda o tipo de cabelo, pele, corpo e preferências da brasileira.

6. Mate Pencz, CEO da Loft

Além de dividir a cadeira de CEO, Mate é cofundador da plataforma do mercado imobiliário focada na experiência do cliente.

Sua gestão está concentrada na transformação digital e tecnologia avançada. Graças a isso, seu objetivo é providenciar transparência e eficiência no processo de compra e venda de imóveis. 

Sob a liderança de Mate, em menos de três anos, a Loft se consolidou como um unicórnio brasileiro. Isso, graças a uma liderança que valoriza a precisão de dados, inteligência na precificação e tomada de decisões estratégicas para aumentar a liquidez do mercado.

7. Mauricio Rodrigues, CEO da Bayer Crop Science América Latina

Assim como os demais eleitos pela Forbes, o executivo adota uma gestão centrada na diversidade, inclusão e inovação. Com isso, Mauricio acredita em uma liderança que prioriza a escuta ativa e estimula a contribuição de todos os colaboradores para alcançar resultados efetivamente inovadores.

Para isso, o CEO busca implementar a diversidade de pessoas e pensamentos no time. Assim, a valorização das diferenças é parte da cultura organizacional das suas equipes.

Além disso, uma gestão tão centrada no valor humano não poderia ser diferente: Mauricio também reforça que a empresa precisa ter compromissos para além de finanças sólidas, ela precisa produzir impacto positivo na sociedade.

8. Ramon Alcaraz, CEO da JSL

Ramon ocupa a presidência da empresa do setor logístico com maior e mais integrado portfólio do país. Sob a sua gestão, a empresa conseguiu triplicar a receita anual de R$ 3,5 bilhões para R$ 10 bilhões.

Para isso, o gestor investiu pesado na aquisição e implementação de outras empresas de logística. Mas, o segredo para manter esse negócio eficiente, foi manter a autonomia dos negócios agregados à JSL.

9. Silvia Penna, CEO da Uber

Mulher e mãe, a executiva enfrentou conflitos internos e insegurança ao ser eleita para o cargo em 2021. Mas desde então, a gestora driblou as crises enfrentadas pela empresa, incluindo a pandemia, com inovação.

A crise na saúde e as pessoas dentro de casa foram o estopim para o crescimento da categoria de entregas do aplicativo, o Uber Flash.

Atualmente, sua gestão é focada em melhorar a experiência de usuário e a relação com os motoristas.

10. Tânia Cosentino, CEO da Microsoft Brasil

Tânia ocupa a cadeira de presidência da bigtech no Brasil desde janeiro de 2019, e de lá para cá segue implementando estratégias de gestão focadas em diversidade, inclusão e sustentabilidade.

No mesmo ano em que assumiu a posição na Microsoft Brasil, a gestão de Tânia lançou o programa Women Entrepreneurship, que estimula o empreendedorismo feminino em startups de tecnologia.

A prova do seu compromisso com uma gestão humanizada é o reconhecimento do seu trabalho que tem posicionado a Microsoft Brasil como líder em responsabilidade ESG e reputação corporativa no setor de tecnologia.

Me acompanhe para mais dicas de gestão!

Como deu para perceber, a Forbes elegeu todas essas lideranças com base em suas gestões humanizadas, impacto social, ambiental e governança nas corporações.

Esses são alguns dos valores que tento implementar nos meus empreendimentos e compartilho nas minhas redes sociais.

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E você ainda pode ver de perto o trabalho que fazemos na minha agência de marketing digital, a Beatz e aqui mesmo no meu site. 

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